Novas avaliações pulmonares de prematuros como preditores de risco respiratório após alta da UTI neonatal?

Apesar dos avanços no cuidado neonatal, bebês prematuros continuam a apresentar alto risco de problemas respiratórios após a alta da UTI neonatal (NICU), como sibilância recorrente (wheezing), internações e uso de oxigênio e medicamentos. A classificação tradicional baseada em displasia broncopulmonar (BPD) tem sido usada como marcador de risco, mas tem baixa capacidade de prever quais bebês terão problemas respiratórios futuros. O artigo sugere uso de testes objetivos de função pulmonar, poderia ajudar a identificar subgrupos de risco com mais precisão. Será que medir objetivamente variáveis pode identificar subgrupos com mais risco de sintomas respiratórios após a alta da UTI?

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