A síndrome do burnout é altamente prevalente na área médica, com impactos negativos na qualidade do atendimento e no bem-estar dos profissionais. Em neonatologia, o esgotamento é exacerbado por: carga de trabalho intensa e decisões de alto risco, interações complexas com famílias e pacientes críticos, falta de autonomia e aumento da burocracia. O estudo explora a relação entre burnout, qualidade assistencial e estratégias de alívio.
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