Este artigo defende a necessidade urgente de padronizar o diagnóstico de paralisia cerebral (PC), operacionalizando a definição de consenso de 2006 com diretrizes simples e baseadas em evidências. Ele destaca a variabilidade nos diagnósticos de PC entre médicos e países, o impacto de descobertas genéticas emergentes e a importância de critérios consistentes para melhorar o diagnóstico precoce e o atendimento ao paciente.
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