Este artigo apresenta um debate clínico entre a "espera vigilante" e o uso imediato de antibióticos para otite média aguda (OMA) em pacientes pediátricos. Por meio de uma vinheta de caso e perspectivas de especialistas, ele discute evidências que apóiam ambas as abordagens, enfatizando a administração de antibióticos, o gerenciamento de sintomas e a tomada de decisão compartilhada com as famílias.
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