Este artigo revisa a evolução da displasia broncopulmonar (DBP) nos últimos 50 anos, com foco na mudança da DBP "antiga", caracterizada por danos pulmonares graves devido ao suporte ventilatório, para a "nova" DBP, observada em prematuros extremos. Ele discute as mudanças na epidemiologia, patogênese e abordagens de tratamento, destacando os desafios contínuos no diagnóstico e gerenciamento dessa doença pulmonar crônica.
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