Reimaginação através da renovação: incorporando o cuidado de casal (couplet care) em uma UTI Neonatal acadêmica de nível 4

Fonte: Journal of Perinatology

Este artigo descreve a experiência do desenvolvimento do cuidado de casal (couplet care) em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTI Neonatal) acadêmica de nível 4 na Yale-New Haven Children's Hospital.   Implementação do Cuidado de Casal: O projeto plurianual para modernizar as unidades obstétricas e neonatais na Yale começou em 2012, aproximadamente um ano após a formação do Conselho Perinatal. O cuidado de casal surgiu como prioridade, apoiado pelos resultados pioneiros do grupo Karolinska na Suécia, levando à construção do primeiro modelo de cuidado de casal dentro de uma UTI Neonatal de nível IV nos Estados Unidos. A equipe da Yale realizou visitas a outros locais e desenvolveu o Grupo de Planejamento de Operações de Casal em 2013. O projeto final da UTI Neonatal incorporou oito quartos de cuidado de casal, com o projeto esquemático finalizado em 2015. Os fluxos de trabalho foram estabelecidos e refinados através de simulações ao longo de 2017. O cuidado de casal foi oficialmente implementado na UTI Neonatal da Yale em fevereiro de 2018. Os quartos de cuidado de casal, com cerca de 350 pés quadrados, contêm elementos estruturais essenciais e flexibilidade para acomodar volumes neonatais mais altos. Cada quarto tem cabeceiras designadas, tanto para neonato quanto para mãe, com infraestrutura médica para ambos, sendo a cabeceira materna única por possuir gases adultos e vácuo. Modelo Operacional e Critérios: O modelo inclui uma enfermeira da UTI Neonatal dedicada ao cuidado infantil e uma enfermeira obstétrica dedicada ao cuidado materno pós-parto, com o objetivo de futuramente treinar ambas para o cuidado de díades. Critérios de elegibilidade (alguns exemplos): Neonatos: Idade gestacional $\geq$ 32 semanas; suporte respiratório não invasivo (CPAP nasal ou menos); não requerem acesso arterial central ou monitoramento invasivo. Mães: Consentimento; clinicamente estável, não necessitando de monitoramento contínuo; risco limitado de hemorragia; sem necessidade de monitoramento cardíaco, sulfato de magnésio intravenoso, anti-hipertensivos intravenosos ou cuidado intensivo durante a gravidez. Resultados Preliminares e Desafios: Dados preliminares do cuidado de casal revelaram taxas significativamente mais altas de qualquer amamentação e menor tempo de permanência para os neonatos em comparação com controles históricos. Os desafios incluem reimaginar o espaço físico existente em uma renovação e o gerenciamento do censo em períodos de alta demanda na UTI Neonatal, que às vezes requer a reserva de quartos de casal exclusivamente para neonatos. A mudança do estado de saúde da mãe ou do bebê, exigindo um nível de cuidado mais intensivo, pode levar à realocação para outra unidade. Acesse a aula completa sobre Design da UTI Neonatal com o Dr. José Maria de Andrade Lopes.

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