Nas últimas duas décadas, as taxas de sobrevivência de bebês extremamente prematuros (22-23 semanas de gestação) aumentaram para 25-50%. Em 2016, a Suécia publicou diretrizes de consenso nacional sobre o manejo perinatal desses bebês, recomendando centralização, tratamento com corticosteróides pré-natais, tipo de parto, atendimento ao neonatologista e ressuscitação cardiopulmonar. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito dessas diretrizes sobre as taxas de sobrevida e morbidades neonatais.
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