Este estudo de coorte analisou tendências ao longo de duas décadas (1997-2016) nas diferenças baseadas no sexo nos resultados do neurodesenvolvimento entre bebês extremamente prematuros. Os resultados revelaram disparidades persistentes, com bebês do sexo masculino apresentando maiores riscos de deficiências cognitivas e motoras, embora a lacuna tenha diminuído ao longo do tempo devido à melhoria dos cuidados neonatais.
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