[AAP 2025] Highlights rastreio de suicídio em crianças e adolescentes

por Jasmin Pacheco Lidar com uma criança ou adolescente com risco de adolescente é desafiador e situação de medo para muitos pediatras. Como podemos rastrear? Como agir? Esse foi o objetivo dos médicos Brian Pits e Beau Carubia, professores de pediatria e psiquiatria no Children’s Hospital of Colorado (EUA), em uma aula no Congresso da Academia Americana de Pediatria (AAP) de 2025, que você encontra um resumo feito pela NeoPedHub abaixo: Importância do tema Em 2021 houve declaração conjunta da AAP, American Academy of Child & Adolescent Psychiatry (AACAP) e do Children’s Hospital Association (CHA) de Estado Nacional de Emergência em Saúde Mental Infantil e Adolescente. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2019 mostram taxa de suicídio por país no mundo. Os Estados Unidos, por exemplo, uma taxa de 10-15% a cada 100 mil habitantes. Os dados completos estão disponíveis nesse link: https://www.who.int/data/gho/data/indicators/indicator-details/GHO/age-standardized-suicide-rates-(per-100-000-population). O que precisamos considerar mudar na nossa prática Implementar a triagem universal de suicídio em pacientes a partir de 12 anos; Usar ferramentas de triagem e avaliação secundária de risco de suicídio baseada em evidências; Adotar o planejamento e aconselhamento de segurança como parte das intervenções de rotina para pacientes com risco de suicídio. Quais são as recomendações da AAP? Realizar triagem universal de risco a partir de 12 anos. Considerar em crianças de 8-11 anos se sinais de alerta presentes. Em menores de 8 anos a triagem não é recomendada. Ferramentas disponíveis e etapas de avaliação Recomendações de ferramentas pelo NIMH e AAP Blueprint: Step 1 — Triagem Breve (~1 min) Ask Suicide-Screening Questions (ASQ) Columbia Suicide Severity Rating Scale (C-SSRS) — versão de triagem; Suicide Behavior Questionnaire-Revised (SBQ-R) Step 2 — Avaliação Secundária (~10-15 min) Brief Suicide Safety Assessment ( BSSA) Columbia Suicide Severity Rating Scale (C-SSRS) - Versão Completa; Suicide Assessment Five-Step Evaluation and Triage (SAFE-T); Step 3: Avaliação Psiquiátrica/CS/Crise Completa (~ 1-2 h) [6] https://www.aap.org/en/patient-care/blueprint-for-youth-suicide-prevention/strategies-for-clinical-settings-for-youth-suicide-prevention/screening-for-suicide-risk-in-clinical-practice/. Triagem de suicídio x depressão Existem escalas de triagem de risco de suicídio (citadas acima) e de depressão (como PHQ-2, PHQ-9, PHQ-A), que não devem ser confundidas: escalas de depressão tem objetivo detectar e tratar transtornos depressivos (que é fator de risco para suicídio). Escalas de suicídio avaliam pensamentos e comportamentos suicidas com objetivo de detectar pessoas em risco de suicídio para reduzir potencial morbidade/mortalidade. Step 1: Triagem Breve Ask Suicide-Screening Questions (ASQ): Perguntas rápidas para o paciente, validado para idades de 8 a 24 anos. Se sim nas Perguntas #1-4: Positivo Não Agudo → requer avaliação secundária (step 2); Sim na Pergunta #5: Positivo Agudo → Requer Avaliação Completa de CS/Risco/Crise → Considerar Encaminhamento para a Emergência. Columbia-Suicide Severity Rating Scale (CSSR-S)-Triagem: Questionário de relato do paciente → validado para idades a partir de 5 anos. É codificado por cores: Amarelo (baixo risco): fornecer recursos de Saúde Comportamental (CS) Laranja (moderado risco): Avaliação Secundária recomendada Vermelho (alto risco): Avaliação Completa de CS/Risco/Crise → considerar Encaminhamento para a emergência. Acesso: https://cssrs.columbia.edu Step 2: Ferramentas de Avaliação Secundária Brief Suicide Safety Assessment (BSSA): complementa o ASK-Q. Faz em 10-15min — ajuda a determinar se precisa enviar para emergência ou se é seguro liberar para casa. Disponível em: https://www.nimh.nih.gov/research/research-conducted-at-nimh/asq-toolkit-materials/youth-asq-toolkit#emergency Columbia Suicide Severity Rating Scale (C-SSRS): complementa o Columbia de triagem. Esse é outra ferramenta muito recomendada: https://cssrs.columbia.edu/the-columbia-scale-c-ssrs/cssrs-for-communities-and-healthcare/#filter=.healthcare.english. FATORES DE RISCO x PROTEÇÃO Alguns fatores destacados foram: fatores de risco: tentativa prévia de suicídio, transtorno de humor, abuso de substância, acesso a meios letais; Fatores de proteção: conexão/vínculo, disponibilidade de cuidados de saúde física e mental, capacidade de enfrentamento (Coping ability). Sinais de alarme: ameaça de machucar ou matar alguém, buscar meios de fazer o mesmo, falta de esperança, aumento do uso de álcool ou drogas, mudanças de humor dramáticas. Gerenciamento do quadro Depende do risco: Resumo em texto: Lidar com uma criança ou adolescente com risco de adolescente é desafiador e situação de medo para muitos pediatras. Como podemos rastrear? Como agir? Esse foi o objetivo dos médicos Brian Pits e Beau Carubia, professores de pediatria e psiquiatria no Children’s Hospital of Colorado (EUA), em uma aula no Congresso da Academia Americana de Pediatria (AAP) de 2025, que você encontra um resumo feito pela NeoPedHub abaixo: Importância do tema Em 2021 houve declaração conjunta da AAP, American Academy of Child & Adolescent Psychiatry (AACAP) e do Children’s Hospital Association (CHA) de Estado Nacional de Emergência em Saúde Mental Infantil e Adolescente. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2019 mostram taxa de suicídio por país no mundo. Os Estados Unidos, por exemplo, uma taxa de 10-15% a cada 100 mil habitantes. Os dados completos estão disponíveis nesse link: https://www.who.int/data/gho/data/indicators/indicator-details/GHO/age-standardized-suicide-rates-(per-100-000-population). O que precisamos considerar mudar na nossa prática Implementar a triagem universal de suicídio em pacientes a partir de 12 anos; Usar ferramentas de triagem e avaliação secundária de risco de suicídio baseada em evidências; Adotar o planejamento e aconselhamento de segurança como parte das intervenções de rotina para pacientes com risco de suicídio. Quais são as recomendações da AAP? Realizar triagem universal de risco a partir de 12 anos. Considerar em crianças de 8-11 anos se sinais de alerta presentes. Em menores de 8 anos a triagem não é recomendada. Ferramentas disponíveis e etapas de avaliação Recomendações de ferramentas pelo NIMH e AAP Blueprint: Step 1 — Triagem Breve (~1 min) Ask Suicide-Screening Questions (ASQ) Columbia Suicide Severity Rating Scale (C-SSRS) — versão de triagem; Suicide Behavior Questionnaire-Revised (SBQ-R) Step 2 — Avaliação Secundária (~10-15 min) Brief Suicide Safety Assessment ( BSSA) Columbia Suicide Severity Rating Scale (C-SSRS) - Versão Completa; Suicide Assessment Five-Step Evaluation and Triage (SAFE-T); Step 3: Avaliação Psiquiátrica/CS/Crise Completa (~ 1-2 h) [6] https://www.aap.org/en/patient-care/blueprint-for-youth-suicide-prevention/strategies-for-clinical-settings-for-youth-suicide-prevention/screening-for-suicide-risk-in-clinical-practice/. Triagem de suicídio x depressão Existem escalas de triagem de risco de suicídio (citadas acima) e de depressão (como PHQ-2, PHQ-9, PHQ-A), que não devem ser confundidas: escalas de depressão tem objetivo detectar e tratar transtornos depressivos (que é fator de risco para suicídio). Escalas de suicídio avaliam pensamentos e comportamentos suicidas com objetivo de detectar pessoas em risco de suicídio para reduzir potencial morbidade/mortalidade. Step 1: Triagem

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