Glicose e lesão cerebral na encefalopatia neonatal (NE) – A galinha ou o ovo?

A disglicemia perinatal está ligada à lesão cerebral neonatal, como demonstrado pelo grande estudo de coorte francês de Guellac et al. 63% dos neonatos com encefalopatia moderada a grave apresentaram disglicemia, e a hiperglicemia nas primeiras 72 horas foi associada a maiores chances de morte ou lesão cerebral. A hipoglicemia e a hiperglicemia podem levar a lesões cerebrais no desenvolvimento, mas não está claro o quanto a disglicemia contribui. A monitorização contínua da glicose pode ajudar a quantificar a relação entre disglicemia e lesão cerebral, e estudos futuros podem investigar se a manutenção ativa da euglicemia melhora os desfechos neurológicos.
Fonte: THE EDITORS’ PERSPECTIVES| VOLUME 258 – The Journal of Pediatrics

A disglicemia perinatal está ligada à lesão cerebral neonatal, como demonstrado pelo grande estudo de coorte francês de Guellac et al. 63% dos neonatos com encefalopatia moderada a grave apresentaram disglicemia, e a hiperglicemia nas primeiras 72 horas foi associada a maiores chances de morte ou lesão cerebral. A hipoglicemia e a hiperglicemia podem levar a lesões cerebrais no desenvolvimento, mas não está claro o quanto a disglicemia contribui. A monitorização contínua da glicose pode ajudar a quantificar a relação entre disglicemia e lesão cerebral, e estudos futuros podem investigar se a manutenção ativa da euglicemia melhora os desfechos neurológicos.

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