A cardiopatia congênita crítica, coarctação grave da aorta (CoA), acomete recém-nascidos com prevalência de 4,4 por 10.000 nascidos vivos. O tratamento cirúrgico é preferido para lactentes com mais de 3000 g, enquanto as opções para recém-nascidos de muito baixo peso incluem o implante de stents.
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