O paracetamol foi proposto como um potencial tratamento para PCA em 2011 e seu uso aumentou substancialmente desde então. Evidências sugerem que é seguro e eficaz, mas seus potenciais riscos e benefícios pulmonares são em grande parte desconhecidos. São necessários estudos pré-clínicos e clínicos para avaliar a segurança e eficácia do paracetamol em recém-nascidos prematuros extremos e para investigar os mecanismos que ligam a expressão do CYP2E1 específico para células e a toxicidade induzida pelo paracetamol.
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