Destaques do 1º Congresso Mundial de Urgências e Emergências Pediátricas

As aulas que todo emergencista pediátrico precisa assistir — agora disponíveis no NeoPedHUB 👇

O NeoPed HUB traz para você os principais conteúdos apresentados no 1º Congresso Mundial de Urgências e Emergências Pediátricas. Confira abaixo os resumos das aulas disponibilizadas na plataforma e aprofunde seu conhecimento nas grandes urgências da pediatria.

1. Via Aérea em Pediatria: O Que Não Pode Falhar

A hipoxemia é a complicação mais temida durante o manejo da via aérea pediátrica — e ela precede todos os eventos adversos. A pré-oxigenação com 100% de O₂ por 3 a 5 minutos é considerada a “alma da Sequência Rápida de Intubação (SRI)”, sendo indispensável para garantir segurança ao paciente. Equipe preparada, equipamentos organizados e comunicação com a família formam os pilares de uma abordagem de excelência.
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2. Urgências Trombóticas na Criança: Uma Nova Fronteira

Eventos trombóticos pediátricos têm distribuição bimodal, com maior incidência em menores de 1 ano e em adolescentes. O emergencista pediátrico precisa estar preparado para reconhecer e tratar cenários como TEP, síndrome da veia cava superior, AVC isquêmico e infarto por doença de Kawasaki. Com mortalidade que pode chegar a 20%, a abordagem multidisciplinar — incluindo anticoagulação e fibrinólise — é essencial.
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3. Morte Cardíaca Súbita em Crianças e Jovens

A morte cardíaca súbita em crianças e jovens é um dos eventos mais impactantes na emergência pediátrica. Reconhecer os fatores de risco, as cardiopatias predisponentes e as estratégias de prevenção e ressuscitação são competências fundamentais para todo emergencista. Não perca esse conteúdo essencial.
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4. O Paciente Vítima de Trauma

O trauma segue como uma das principais causas de morte na faixa pediátrica. Suas particularidades anatômicas e fisiológicas exigem uma abordagem diferenciada, com atenção às especificidades de cada faixa etária. Dominar o ABCDE do trauma adaptado à criança pode fazer toda a diferença no desfecho do paciente.
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5. Sepse e Choque Séptico: O Que Há de Novo?

A sepse continua sendo uma das maiores emergências em pediatria. As atualizações nos critérios diagnósticos, nas metas de ressuscitação e no uso racional de antibióticos e vasopressores transformaram o manejo nas últimas décadas. Fique por dentro do que há de mais atual na abordagem do choque séptico pediátrico.
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💡 Conteúdo produzido pelo NeoPedHUB com base nas apresentações do 1º Congresso Mundial de Urgências e Emergências Pediátricas. Acesse nossa plataforma e continue aprendendo com os melhores especialistas da pediatria.

Perguntas Frequentes

Como realizar a pré-oxigenação correta antes da intubação em pediatria?
A pré-oxigenação é considerada a “alma da Sequência Rápida de Intubação (SRI)” pediátrica. Deve ser feita com 100% de fração de O₂ por 3 a 5 minutos, com o paciente em posição de cabeça elevada e vias aéreas pérvias. Crianças desnaturam muito mais rápido que adultos — consomem de 6 a 8 ml/kg/min de oxigênio — e por isso o preparo adequado antes de qualquer tentativa de intubação é indispensável para evitar hipoxemia.

Quais são os critérios atuais de diagnóstico de sepse pediátrica?
Desde 2024, os critérios de Phoenix Sepsis Score são o padrão internacional para diagnóstico de sepse pediátrica. Eles avaliam disfunção em quatro sistemas — respiratório, cardiovascular, neurológico e coagulação. Define-se sepse como infecção com pontuação ≥ 2, e choque séptico quando há pelo menos 1 ponto de comprometimento cardiovascular. O reconhecimento precoce ainda é a principal barreira no pronto-socorro, especialmente na América Latina.

Qual o melhor fluido para ressuscitação no choque séptico pediátrico?
As diretrizes mais recentes — incluindo a Surviving Sepsis Campaign e os consensos latino-americanos LACEP e LASIF 2022 — recomendam o uso de cristaloides balanceados, como o Ringer Lactato, em vez do soro fisiológico 0,9%. Isso se deve ao menor risco de acidose hiperclorêmica, lesão renal e mortalidade associados às soluções balanceadas. A tendência atual é administrar menos volume e iniciar inotrópicos precocemente (epinefrina ou norepinefrina) antes de atingir os limites convencionais de fluidos.

Quais são os principais fatores de risco para morte cardíaca súbita em crianças e adolescentes?
A morte cardíaca súbita em jovens está frequentemente associada a cardiopatias estruturais não diagnosticadas, como a cardiomiopatia hipertrófica, além de arritmias primárias e anomalias coronarianas congênitas. O reconhecimento precoce dos sinais de alerta — como síncope durante esforço, palpitações e história familiar — é essencial para estratificação de risco e prevenção. Este é um dos temas de destaque do 1º Congresso Mundial de Urgências e Emergências Pediátricas.

Como o emergencista pediátrico deve abordar uma trombose em crianças?Eventos trombóticos pediátricos têm incidência bimodal — maior em menores de 1 ano e em adolescentes — e podem se manifestar como TEP, AVC isquêmico, síndrome da veia cava superior ou infarto por doença de Kawasaki. Com mortalidade de até 20%, o diagnóstico precoce e a abordagem multidisciplinar são fundamentais. O tratamento inclui anticoagulação e, em casos selecionados, fibrinólise.

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